quinta-feira, 10 de outubro de 2013

 
A verdadeira Historia do Halloween
 
um documentário
 
 


Qual a origem da comemoração do Halloween?

por Cíntia Cristina da Silva

Uma versão ancestral da festa - que por aqui também é conhecida como Dia das Bruxas - provavelmente surgiu na Europa, centenas de anos antes de Cristo. Originalmente, o Halloween era um ritual dos celtas, um povo que habitou a Grã-Bretanha e a França entre o ano 2000 e o ano 100 antes da era cristã. Para eles, a noite de 31 de outubro, data da comemoração até hoje, indicava o início do Samhain, uma importante celebração que marcava três fatos: o fim da colheita, o Ano-Novo celta e também o início do inverno, "a estação da escuridão e do frio", um período associado aos mortos. "No Halloween, segundo a mitologia desse povo, era possível entrar em contato com o mundo dos desencarnados", diz a historiadora Clare Downham, da Escola de Estudos Celtas, na Irlanda. Como se pregava que esse contato libertava todo tipo de espírito, as pessoas acreditavam que, durante aquela noite, fantasmas, demônios e fadas ficavam à solta.

Para representar esse caos sobrenatural, os celtas se fantasiavam com peles e cabeças de animais abatidos para o inverno. A crença nos espíritos também despertou outros costumes típicos da festa, como o uso de leite e comida (hoje substituídos por doces) para acalmar os visitantes do além. Outras tradições, porém, foram deixadas de lado, como o hábito de acender fogueiras para espantar os espíritos. Bem depois, no século 9, a festa foi influenciada pela expansão do cristianismo na Grã-Bretanha. Na tentativa de acabar com os festejos pagãos, o papa Gregório III consagrou o dia 1º de novembro para a celebração de Todos os Santos. Surgiu daí a própria palavra halloween, originada de all hallows eve, que em português quer dizer "véspera do dia de Todos os Santos". Finalmente, no século 20, o Halloween juntou ao seu caldeirão de influências a força da cultura dos filmes de terror, que hoje dão o tom da celebração tanto na Grã-Bretanha como nos Estados Unidos.

Terror modernizadoFesta atual guarda poucas semelhanças com os rituais celtas que a inspiraram
NABO QUE VIROU ABÓBORA
O símbolo mais conhecido da festa, a cara assustadora esculpida em abóboras, representa uma antiga lenda celta: Jack, um homem mesquinho condenado a vagar pela eternidade, pediu uma brasa ao capeta e a colocou dentro de um nabo para iluminar seu caminho. Com a imigração irlandesa para os Estados Unidos no século 19, o vegetal foi trocado. Como o nabo era difícil de ser encontrado na América, ele foi substituído pela abóbora acesa com uma vela, que ganhou o nome de Jack da Lanterna
CHAMA RENOVADORA

Na Antiguidade, o fogo era o elemento mais importante do Halloween, que coincidia com o Ano-Novo dos celtas. Na noite da celebração, em 31 de outubro, os druidas, sacerdotes desse povo, acendiam fogueiras para simbolizar a renovação das esperanças para o ano seguinte. No topo das montanhas, o fogo também servia para espantar os espíritos. Algumas festas mantêm tochas até hoje, mas apenas para decoração.

CHANTAGEM ANCESTRAL

Segundo a crença celta, o caos reinava na noite do Halloween. Para acalmar os espíritos despertados, era comum deixar leite e comida na porta de casa. A moda pegou nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, onde até hoje as crianças saem fantasiadas para pedir doces — quando não são atendidas, ameaçam pregar um susto, como fariam os espíritos. A senha é a famosa expressão ("travessura ou gostosura"), provavelmente usada pela primeira vez na década de 30
 
BRUXAS
 
Outra presença inconfundível no Halloween são as bruxas, mulheres de aparência assustadora que usam a magia para fazer o mal. Essa descrição negativa, entretanto, surge só no século 9, com a influência do cristianismo na comemoração. Para os celtas, as bruxas eram apenas mulheres que conheciam poderes terapêuticos de plantas e ervas. Elas faziam parte da comunidade e podiam participar normalmente das celebrações

MONSTROS HOLLYWOODIANOS
O costume de se fantasiar também surgiu com os celtas, que na época vestiam-se para a festa usando a cabeça e a pele de animais abatidos antes do início do inverno. Atualmente, a fauna monstruosa se modificou bastante, principalmente pela influência das produções de Hollywood. Vampiros, múmias, lobisomens e outros personagens do cinema são presenças garantidas em qualquer Halloween

http://youtu.be/9VxD1wkbCXQ 

para saber mais acesse o link e veja o documentário do History channel

Animals are awesome!  

                  http://www.teachersdomain.org/resource/tdc02.sci.life.colt.eat/

 

No matter what the activity, everything an animal does requires energy. Giraffes need energy to run; monkeys need energy to climb; children need energy to play. But where does all of this energy come from? All animals acquire energy from the food they eat. Depending on the type of animal, this food may consist of plants, animals, or a combination of both.
Animals that eat only plants are called herbivores. Most herbivores, including the giraffe, macaw, ground squirrel, and elephant in this video segment, eat a wide variety of plants and plant parts. Some herbivores, however, are very particular about the plant matter they eat. Wild pandas have evolved to eat nothing but bamboo plants - a food that is plentiful where they live but not particularly nutritious for bears. Because of their inefficiency digesting plant material pandas need to eat a lot. Adult pandas spend 10 to 12 hours each day eating and consume about 40 pounds of food during that time.
Animals that eat only other animals are called carnivores. Polar bears, sharks, woodpeckers, and anteaters are all carnivores. Like herbivores, however, carnivores may generalize and eat a wide variety of animals, or specialize and eat only one type. Anteaters are highly specialized creatures. These animals eat little else besides ants and termites, and their sticky tongue and powerful front legs are perfectly adapted for doing just that.

Omnivores are the least choosy about what they eat. These animals, which include raccoons, opossums, and black and grizzly bears, eat both plants and animals, and often eat a wide variety of each. A typical grizzly bear, for example, will eat just about anything it can catch and get its mouth around. Grizzlies are known to kill their own food, including deer, but will also scavenge the carcasses of dead animals. They also eat fish, crustaceans, amphibians, small mammals, insects, berries, tree buds, and grass.   Links 7, p.132
1 pound  = 450g

domingo, 6 de outubro de 2013

Uma nova imagem 3D 
Veja postagens anteriores para saber o que fazer.
Está valendo o desafio até dia 23/10! 
   


Leitura é alimento para o cérebro 
Reading is “brain food”
Nosso cérebro se desenvolve à medida que o alimentamos com novas experiências. A leitura ativa e exercita muitas áreas do cérebro ao mesmo tempo. O córtex visual funciona enquanto seus olhos vão seguindo as palavras na página. Sua memória faz conexões entre o que você já sabe e o conteúdo da história que está lendo. Novas informações são integradas e reforçadas na sua rede de conhecimento. A Leitura é a mais complexa e enriquecedora atividade cerebral possível.
O que está esperando? Pegue um livro e comece já ! 
No mínimo 20 minutos por dia!